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Um
Perfil da Caringo
Três
pioneiros da indústria juntaram suas experiências e fundaram em Austin,
Texas, USA, uma nova empresa dedicada a prover o mercado de uma nova
ferramenta de software voltada para CAS
(Content Addressed Storage), reduzindo a complexidade da utilização, bem como
seus custos. O nome Caringo
deriva dos nomes dos seus fundadores: Paul Carpentier, Jonatahn Ring
e Mark Goros.
Paul Carpentier é conhecido pela indústria como o inventor do conceito de CAS, tendo sido o primeiro a
desenvolver a tecnologia há mais de 10 anos. Foi o engenheiro chefe da
altamente aclamada tecnologia do File Pool, que foi vendido para a EMC em
2001. Tendo mais de 10 anos de experiência "com a mão na massa",
Carpentier estava altamente qualificado para fazer um processo de
reengenharia no CAS, visando
as novas demandas do século 21. Hoje Carpentier é o CTO da Caringo, enquanto que Jonathan Ring é o
Presidente e Mark Goros o CEO.
O time de executivos da Caringo
já vem trabalhando junto há mais de 16 anos, somando mais de 80 anos de
experiência, já tendo trabalhado em empresas como Oracle, Siebel, IBM, Tandem
Computers, Sybase, Gain Technology, TechGnosis, FilePool, Equip Ventures,
Comdisco, Cartia, Sentient Ventures, and BroadVision.
"Hardware-agnostic CAS
is a bright spot in storage today," foi o comentário de Jon William
Toigo, um veterano consultor de TI , renomado arquiteto de sistemas e
integrador, que cedo se tornou um grande apreciador do CAStor, depois
de condenar os produtos de outros fabricantes que freqüentemente são chamados
de sticky CAS.
Seu comentário a respeito: "Uma vez que você coloca os dados que você
precisa reter por um grande período de tempo num sistema sticky CAS, você é visto pelos vendedores de
hardware como alguém que nunca mais poderá comprar storage de outros
fabricantes. Somente o seu. Isto limita a sua escolha e perpetua custos
insanos, restringindo sua habilidade de tirar vantagem de alternativas de
baixo custo".
CAS: O que é e quem precisa dele?
CAS - Content Addressed Storage - foi inventado
porque os sistemas de arquivos que são usados hoje em dia, por grande
maioria, já estão com mais de 30 anos de idade e completamente
desatualizados. Eles datam da época em que os drives de discos magnéticos
eram medidos em megabytes e o número de arquivos em centenas. Os sistemas de
arquivos não são escaláveis, têm uma fraca performance e dão problemas nas
horas mais inconvenientes.
Paul
Carpentier, CTO da Caringo,
inventou o CAS nos anos 90,
quando trabalhava numa empresa chamada FilePool. A empresa foi vendida para a
EMC em 2001 e transformou-se em Centera, que veio a ser a linha de produtos
da EMC que mais rapidamente cresceu. A EMC posicionou o Centera de uma forma
brilhante como uma aplicação de archiving visando não prejudicar seu
lucrativo negócio (e de alto preço) de SAN e NAS. Esta estratégia foi
brilhante de duas formas: primeiro eles criaram um novo mercado. Em segundo
lugar, estando posicionados como uma solução de archiving tudo leva a
crer que as empresas tenham que estar vinculadas ao hardware Centera durante
todo o tempo de sua existência. O mercado de CAS
é, hoje em dia, um mercado de bilhões de dólares, graças à EMC e outras
empresas vendedoras de hardware, que evangelizaram e venderam a tecnologia de
CAS.
A Caringo analisou o status atual do
mercado e detectou que muito mais poderia ser feito pelo CAS. Os vendedores de hardware estavam
aprisionando seus clientes com as suas tecnologias proprietárias, fazendo com
que estes mesmos clientes ficassem fora da tecnologia de um puro sistema de CAS.
CAS oferece um address space enorme, simples e contínuo.
Pense nisto um minuto. O que você poderia fazer, se tivesse um storage space
que nunca necessitasse ser reconfigurado para adicionar novos drives de
discos? As aplicações poderiam acessar livremente as informações em qualquer
lugar, a qualquer hora. O hardware poderia expandir o storage space sem
provocar qualquer efeito sobre as aplicações ou usuários. O address space
contínuo poderia crescer indefinidamente. Escalabilidade é um dos maiores
problemas dos sistemas de arquivos. CAS
resolve isto!
E a
performance? Como fica? Um número grande de pequenos arquivos pode fazer com
que um sistema de arquivos degrade. Isto não acontece com um sistema de CAS projetado de forma apropriada.
Performance é outra dimensão que pode ter sua magnitude melhorada. De fato,
uma vez que o CAS combina
escalabilidade com performance, podemos imaginar uma performance até maior,
devida a entry points adicionais na sua forma de armazenamento.
Não há
razão para que um sistema CAS
bem projetado não possa rodar em qualquer tipo de hardware. De fato, a curva
de preço/performance de hardware baseado em x86 comodity tende a beneficiar o
cliente.
O
CAStor, da Caringo, roda em
commodity hardware, o que o torna muito mais econômico do que qualquer
solução proprietária dos fabricantes de hardware. O CAStor é, também,
totalmente simétrico. Isto significa que cada node em um cluster é
independente. Cada um é um entry point no cluster. À medida que um cluster
cresce, a performance aumenta. Da mesma forma, a recuperação de um disco ruim
pode ocorrer mais rapidamente do que um RAID. Este é o mais belo exemplo de
como colocar o hardware de melhor preço/performance trabalhando para você,
com uma elegante implementação de software.
Assim, CAS pode melhorar a performance. CAS pode fazer a escalada que você
deseja, de uma forma linear. Mas somente CAStor pode libertar você das
amarras do hardware proprietário. Mas... ainda tem mais!
Nós, da Caringo, conseguimos enxergar uma série
de elementos que estão torturando a indústria. Performance, escalabilidade e
independência de hardware são três dos maiores, mas... complexidade, gerência
e manutenção de sistemas, integridade das informações e recuperação de
desastres também estão no ról dos motivos que não deixam você dormir em paz.
CAS to the rescue. O conceito é a simplicidade por si
só, mas a implementação é quase uma mágica. O CAS tradicional (a segunda geração depois de FilePool,
Centera e outros), designa um valor de hash para cada peça do conteúdo. Isto
é o que se chama de content's unique ID. Se o processo de hash é rodado
novamente no momento de leitura e o mesmo valor é encontrado, pode-se
assegurar que o conteúdo não foi alterado. Até pouco tempo atrás isto era uma
verdade. Há cerca de dois anos, o algorítimo de hash MD5 foi quebrado em
laboratórios. Nós temos consciência de que os algorítimos de hash de qualquer
espécie ficam ultrapassados com o passar do tempo, à medida em que os
computadores vão ficando mais poderosos e os hackers se tornam mais
criativos. Como resultado disto, petabytes de informação correm potencial
risco em centenas de instalações de CAS.
CAStor
separa o unique ID do algorítimo de hash. Devido a este artifício, o
algorítimo de hashing pode ser trocado a qualquer momento, sem que isto tenha
qualquer efeito sobre o conteúdo ou as aplicações que estão acessando o
sistema de CAS. Simples porém
devastadoramente poderoso. CAStor assegura a integridade dos dados por toda a
vida. Mesmo que isto possa significar centenas de anos!
Quando
você armazena um conteúdo num cluster do CAStor, a informação é replicada
(você pode determinar o número de réplicas). Com um mínimo de duas réplicas,
você estará sempre seguro de ter a disponibilidade contínua dos dados. Se um
disco entra em pane, uma outra réplica ainda existe para garantir a
disponibilidade da informação. Todos os outros discos no cluster se juntam
para substituir as réplicas perdidas, enquanto o sistema continua a rodar em
uma velocidade muito próxima do seu máximo. Compare esta ação com um sistema
RAID. Quando um disco RAID entra em pane, o sistema baixa drasticamente sua
velocidade e gasta horas para reconstruir o disco. No CAStor, o recovery leva
alguns minutos, não horas, e os seus sistemas continuam a servir aos
usuários.
System
management and recovery são dois dos mais caros dentro da estrutura de TI. A Caringo projetou cuidadosamente o
CAStor para minimizar as suas dores de cabeça causadas pelo sistema. Para
iniciar um node do CAStor, simplesmente faça uso de uma USB key da Caringo, ligue-a e 60 segundos depois
você já terá um CAStor node operacional. Ligue outra USB key em outro node, e
após 60 segundos você terá um cluster com dois nodes. É simples assim! Cada
node é configurado automaticamente, junta-se ao cluster e começa a trabalhar.
Não existe qualquer particionamento, configuração, gerenciamento nem
alocação. Nenhuma das atividades usuais. Você pode rodar o CAStor em
desktops, servidores, rack mounts, ou qualquer outra forma. Você pode
misturar hardware de diversos fabricantes e nunca mais vai precisar comprar
antecipadamente mais storage do que o que você necessita hoje. Comece pequeno
e vá crescendo à medida que os seus negócios exigirem. Esta estratégia faz
com que você economize, evitando de fazer grandes desembolsos comprando o
hardware que você irá precisar ao fim do crescimento que você planejou,
embora este seja o desejo dos vendedores de hardware. Uma vez que você pode
acrescentar nodes do CAStor a qualquer momento enquanto o sistema estiver
rodando, isto significa mais oportunidades para você, porque os nodes que
você irá adicionar nos próximos seis meses serão mais rápidos e mais
econômicos do que os nodes que você usa hoje. Lembre-se que o hardware está
sempre caindo de preço e está cada vez mais rápido. O cliente ganha em todos
os aspectos com o CAStor. Se um disco ou node apresenta um defeito, o sistema
irá se recuperar automaticamente e colocará um flag no disco ou node
defeituoso. Voce poderá substituí-lo no momento que for mais apropriado para
você. Nada de pressa. Nada de chamados de emergência. De fato você pode até
"aposentar" os componentes mais antigos com um simples comando
retire. O node irá transferir automaticamente seu conteúdo para o resto do
cluster e quando terminar, ele irá inutilizar qualquer dado que esteja nos
seus drives e os colocará fora de serviço. Simplesmente remova o node
(novamente, quando for conveniente para você) e substitua-o por um novo
hardware.
Qual o
sistema de armazenamento de longo prazo poderia ser chamado de
"completo" sem um plano de recuperação de desastres? Lembramos
novamente: CAS dá uma tremenda
vantagem aqui. As réplicas no CAStor são identicas e um cluster armazena pelo
menos duas. Isto significa que o seu conteúdo está sempre disponível. Mas...
e quando houver um desastre? Existem duas estratégias que a Caringo lhe oferece. A primeira é a
duplicação do cluster no Centro de Recuperação de Desastres de sua empresa.
Depois, então, determinar que o cluster primário grave uma terceira réplica
no cluster remoto. Se o primário sofrer um desastre, a transferência de uso
para a duplicação pode ser imperceptível e imediata. Lembre-se, todas as
réplicas possuem o mesmo unique ID. Uma vez que CAS independe de locação, suas aplicações nunca
dependerão de onde os dados estão armazenados. A segunda alternativa é gravar
a terceira réplica em um shared CAStor Cluster disponível na internet,
mediante uma mensalidade a ser estabelecida. O mesmo cenário de recovery
(limitado apenas pela velocidade da sua conexão de rede), reduz a totalidade
dos seus custos.
Se você
já está começando a perceber que CAS
pode resolver muitos dos infortúnios da industria, você está começando a
entender o verdadeiro poder do CAStor. Eis mais uma dica para você. Imagine
que a sua empresa use CAStor para conteúdo fixo e você acaba de comprar outra
empresa que também usa CAStor para conteúdo fixo. Para integrar os conteúdos
e os armazenar em um só local, simplesmente coloque os dois CAStor clusters
juntos através de uma rede e a integração se fará imediata e completa.
Nós
acreditamos que CAS é a nova
era de uma simples mas poderosa arquitetura de armazenamento para conteúdo
fixo. E nós sabemos que o CAStor é a melhor implementação de hardware
agnostic, alta performance, escalável e o melhor custo no mercado.
Introdução
ao CAStor
Uma
transformação no armazenamento de informações está a caminho. De acordo com
empresas líderes em análise de mercado, mais de metade da informação a ser
armazenada nos próximos anos deverá ter um conteúdo fixo, não estruturado. A
internet e as determinações governamentais, como a Lei Sarbanes-Oxley, por
exemplo, criaram esta nova onda de informações. Enquanto isto, os vendedores
de hardware ainda tentam armazená-las usando sistemas de armazenamento de 30
anos atrás. Você precisa de um sistema de armazenamento do século 21! Um novo
século requer uma nova forma de pensar... e é justamente isto o que a Caringo fez.
Fixed
content storage para o século 21
Ao
invés de montar um sistema nos moldes antigos, a Caringo re-imaginou o seu software a partir do zero. Seus
especialistas tiveram certas idéias que podem desgostar alguns, mas que têm
total aderência ao mantra de Albert Einstein: "Things should be made as
simple as possible.", ou seja "As coisas devem ser feitas tão
simples quanto possível." Se você acompanha o desenvolvimento do negócio
storage, você verá que a maioria dos novos produtos criam camadas de
complexidade, tentando produzir novas funções. A complexidade acaba
estragando a robustez, a performance e a economia do produto. Com a empresa Caringo, entretanto, o que se observa é
uma paixão pela simplicidade. Quando o software foi projetado e montado,
todos os processos foram checados para para que ele pudesse atingir o mais
alto nível de eficiência. O resultado disto é um software chamado CAStor, que
é entregue ao cliente numa pequena e confiável USB Memory Key, que passará a
dar boot no sistema.
CAStor
é Hardware Agnostic
Para
compensar a complexidade do projeto, a maioria dos sistemas de storage
escaláveis usam hardware especializado, que é complexo e caro. Mas o mercado
de hardware de PCs oferece uma dinâmica diferente. A competição faz com que
sejam produzidas máquinas cada vez mais velozes e mais baratas. O vencedor
desta competição é o usuário. Por que não colocar esta dinâmica para
trabalhar para o seu sistema de armazenamento de dados? Com o software da Caringo você terá a melhor relação
preço/performance, porque ele roda em qualquer servidor ou PC que você tiver.
O hardware chamado de comodity representa menor TCO, menor curva de
aprendizado, maior flexibilidade e expansões dentro da sua conveniência, não
do vendedor.
Simplicidade Single-tier
Multi-tiered storage é um conceito que existe apenas porque é muito caro
guardar todos os dados em discos rápidos, online. Muitas informações
históricas devem ser arquivadas e guardadas por longos períodos de tempo ou,
até mesmo, durante toda a vida da empresa, isto é, são colocadas em um meio
magnético near-line ou offline. Mas isto significa que você tem que decidir o
que arquivar e onde os dados devem residir. Quando você tem que acessar tal
informação, encontrá-la e integrá-la às suas aplicações pode tornar-se uma
tarefa cara e consumir muito tempo. E pior que isto: uma indústria inteira se
desenvolveu para equacionar o problema de mover as informações de real-time
para near-line to archive. A isto chamou-se de Information Lifecycle
Management, que é um assunto grande e complexo, conseqüentemente pesado e
caro. O CAStor armazena, recupera, protege toda a sua informação em um single
tier de de armazenamento de acesso rápido. Você não irá usar multi-tier, nem
near-line ou offline media. E ainda por cima, é mais barato e econômico do
que usar fitas magnéticas. Como vantagem adicional, podemos dizer que você
poderá preservar seu investimento em discos magnéticos, uma vez que as
informações deste tipo poderão residir em uma midia menos nobre e já bastante
depreciada, pois tal tipo de recuperação de informações não exige a mesma
alta performance do seu dia-a-dia típico. E funciona!
Um
Interface Mais Fácil
Muitos
dos produtos de CAS usam APIs
complexas para fazer o interface entre as aplicações. Cada API é única e
requer treinamento, codificação, depuração e manutenção. As aplicações nem
sempre são portáveis e cada novo Sistema Operacional ou plataforma de
hardware exige um teste em separado, fazendo com que os custo subam
consideravelmente. O uso de sistemas de arquivos hierárquicos como CIFS ou
NFS, que dão o pior dos mundos ao usuário e negam a superioridade do CAS, são ainda mais lentos e mais caros
do que o NAS. CAStor usa como interface um subset simples do HTTP 1.1. É
utilizável instantaneamente por qualquer plataforma, desde o telefone celular
ao mainframe. Não necessita de qualquer codificação feita pelo cliente ou de
uma nova API. O resultado disto é que não existe nada de novo para ser
aprendido ou mantido; apenas uma aplicação portável, usando um protocolo
alinhado com a mesma.
Zero
File System
Os
atuais sistemas de arquivos já existem há mais de 30 anos e foram projetados
para aplicações completamente diferentes das atuais. O Zero File System
(ZFS), da Caringo, simplifica
e fortalece o conceito de fixed content storage. Não existe qualquer sistema
de arquivos proprietário e complexo para enfraquecer a robustez do sistema e
baixar sua performance. O sistema da Caringo
lê e grava em uma velocidade muito próxima à do hardware. ZFS é um elemento
chave do CAStor, um produto de nova geração implementado pelo inventor do
Content Addressed Storage (CAS),
Paul Carpentier. O CAStor cria uma camada simples, um address space sem
qualquer hierarquia de pasta ou de arquivo. Cada objeto recebe um único ID
que o identifica para o CAStor através de toda a sua vida. Diferentemente de
outras arquiteturas de CAS,
este identificador não é vulnerável a tentativas de violação e, assim sendo,
é indicado para armazenamento de dados de longo prazo. Projetado para ser
usado além do século 21, CAStor faz com que a localização da informação seja
independente e esteja instantaneamente accessível.
Information
Integrity
As atuais implementações de CAS
usam um algorítmo de hashing para garantir a integridade da informação
armazenada. Infelizmente todos os algorítmos deste tipo tendem a se tornar
"quebráveis" conforme o tempo passa e o poder dos computadores aumenta.
Por exemplo: o popular algorítmo MD5 sofreu ataques que tiveram sucesso,
demonstrando que ele não é apropriado para aplicações seguras e, por
conseqüência, diminuindo a integridade das informações armazenadas em
qualquer sistema de CAS que o
utiliza. O sistema Content Integrity Seal, da CARINGO, garante a integridade da informação com o único
hash atualizável em real-time disponível. Quando se deseja, pode-se evoluir
para um hash mais forte de uma forma dinâmica e transparente, sem colocar em
risco os dados armazenados ou modificar os unique identifiers. Com o Content
Integrity Seal, da Caringo, a
integridade de sua informação armazenada estará segura por muito tempo.
Escalabilidade
Massiva
Cada
vez mais cresce a necessidade por espaço para armazenamento dos dados das
empresas. A Caringo dá a você
a facilidade de poder realizar esse crescimento da forma como você achar
melhor. Comece com uma pequena instalação do CAStor e desfrute a vantagem dos
preços de um entry system. Vá adicionando mais capacidade à medida que
necessite, pois o sistema é flexível e não exigirá de sua instalação qualquer
tempo fora do ar ou procedimentos especiais de migração. Quando você aumentar
a capacidade, você poderá usar qualquer tipo de hardware à sua escolha. As
novas tecnologias podem coexistir com as antigas, o que barateia muito os
seus custos. Você pode desenvolver e testar o menor sistema possível e,
quando decidir colocá-lo em produção você pode adicionar memória, discos e
nodes da forma que você desejar. Você pode, até mesmo, mergear as informações
de referência de departamentos ou de toda a empresa, apenas reunindo as redes
de clusters do seu CAStor. Você não necessitará de qualquer configuração,
administração ou qualquer outra intervenção. CAStor significa mais do que uma
grande performance, integridade da informação, fácil manutenção, hardware
massivamente escalável (independente de fabricante) e single-tier storage.
Isto significa que você poderá armazenar seus dados pelo menor preço por
gigabyte.
Resumo
das Características Gerais do CAStor
-
Hardware Agnostic
- Com o CAStor você pode usar hardware de qualquer fabricante. Isto é
transparente para ele;
- Escalabilidade massiva - Sua arquitetura de clusters acomoda o
crescimento dos dados conforme ele vai acontecendo;
- Alta performance - Para o armazenamento inicial e para suportar uma
escalabilidade extrema;
- Garantia de integridade - O armazenamento de longo prazo tem sua
integridade garantida por uma estrutura impenetrável;
- Auto-configurável - Facilmente gerenciável para aumentar a sua
robustez e reduzir o TCO (Total Cost of Ownership);
- Interface HTTP padrão - Liberta o cliente das API's proprietárias,
permitindo acesso de qualquer plataforma, desde
telefone celular até mainframe;
- Disaster recovery nativo - Backup e disponibilidade de dados
integrados no mesmo pacote de software;
- Eliminação de gargalos - Sua arquitetura elimina todos os pontos de
falha;
- Preços e condições - As melhores do mercado!
CAStor
FSG - um file system interface para o CAStor
CAStor
FSG permite que as aplicações legadas tenham acesso instantâneo ao CAStor,
através de protocolos de rede CIFS e NFS. Você simplesmente monta um file
share, estabelece as suas regras e políticas e aponta sua aplicação para o
share. O resultado disto é a liberdade total em relação às arquiteturas
proprietárias dos fabricantes de hardware e um baixo TCO.
CAStor
FSG não é um file system. É uma estreita camada de mapeamento voltada para
bancos de dados, que provê acesso instantâneo ao CAStor para aplicações que
se relacionem com CIFS ou NFS. Não é necessária qualquer alteração para a sua
aplicação e permitirá que você usufrua de todos os recursos do CAStor sem
qualquer trabalho adicional. Os usuários de Unix/Linux podem montar o CAStor
FSG como um network drive via NFS. Os usuários de Windows podem mapear um
Windows network drive via CIFS (o CAStor Cluster assemelha-se a um Windows
file system). Usuários de Mac OS X podem usar ambas as facilidades.
Características
do CAStor FSG:
- Políticas (retenção, número de replicas e lifepoints) podem ser
estabelecidas por share;
- Uma vez que um arquivo foi gravado para o CAStor, toda a replicação,
gerência de políticas, integridade e armazenamento são
gerenciados automaticamente pelo CAStor (isto permite que multiplas
aplicações usem o CAStor como um storage layer e todas possam
transferir a responsabilidade de compliance e integridade do
conteúdo para o CAStor. Muitas aplicações, muitas fontes e um repositório com
integridade garantida).
- Não há limite para o número de shares
- Não há limite para o tamanho dos arquivos
- Não há limite para o número de arquivos
- O database no CAStor FSG contém o "OS file metadata" e o
mapeamento entre o file name e o Unique ID (UUID) no CAStor, bem
como informações adicionais muito úteis (o banco de dados pode ser pesquisado
através de queries standard de SQL para que se descubra
informações como o file name, o UUID mapeado para o arquivo, o
último acesso, a última modificação, permissões, tamanho e tipo do arquivo e
user ID).
- O conteúdo armazenado no CAStor através do gateway pode ser acessado via
aplicações e UUIDs, indiferentemente. Não existe necessidade de
uso de apenas um tipo de interface. O CAStor FSG pode acomodar
várias virtual views em um simples content store.
- CAStor FSG permite escalabilidade e alta performance, através da sua
característica de manter várias vias de comunicação com cada
node. CAStor FSG, automaticamente, tira vantagem dos múltiplos contact points
com o CAStor. As conexões com cada node podem permanecer abertas
e podem ser usados diversos caminhos de comunicação em cada
conexão. A escalabilidade e o throughput do CAStor tornam-se
acessíveis às aplicações legadas, sem que seja necessário alterar
uma linha de código sequer.
- MySql e Oracle são suportados nativamente.
CAStor FSG pode operar de forma standalone ou pode ser integrado
com os diretórios dos usuários, usando métodos de autenticação
standard tais como NTLMSSP, SPNEGO, NTLMv2 e Active Directory/Kerberos.
Como
ele trabalha?
O
CAStor FSG habilita administradores para estabelecer as políticas, permissões
e limitações sobre o conteúdo fixo, a fim de que sejam respeitados os
objetivos e/ou assegurar a conformidade dos regulamentos da empresa. Uma vez
que tais políticas são configuradas, o CAStor monitora transparentemente os
dados e obriga a observância das mesmas, assegurando o correto número de
réplicas para um arquivo em particular, verificando a informação do ciclo de
vida de um arquivo e gerenciando a deleção segura. Um mapeamento clássico do
sistema de arquivos prove um sistema de arquivos virtual front end para o
CAStor que os usuários podem acessar através dos protocolos e sistemas de
arquivos standard da rede. Uma vez que o conteúdo fixo e a sua informação de
referência são armazenados no CAStor, ele pode ser acessado diretamente
através do Simple Content Storage Protocol (SCSP) (subset HTTP 1.1 do CAStor)
usando os UUID's armazenados no database, ou como um arquivo num sistema de
arquivos regular. Isto permite uma boa estratégia de migração para um
interface nativo do CAStor e todos os benefícios derivados.
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